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Nova gestão eleita tomou posse na sede do sindicato

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Na noite desta segunda-feira (22), tomou posse a nova gestão eleita do Sindicato dos Enfermeiros do Ceará (Senece) para o triênio 2019/2022. A cerimonia aconteceu, em Fortaleza, na sede do sindicato. Em discurso de posse, a presidente eleita, Anísia Ferreira, assumiu o compromisso pela valorização da categoria e expansão do sindicato no interior do estado. 

“A representatividade da enfermagem precisa atuar mais unida e forte. Queremos estreitar ainda mais este laço. Temos uma dificuldade a ser superada com a distância territorial na aproximação com os filiados que atuam nos municípios mais distantes. Já temos um projeto do sindicato itinerante que atende às especificidades de cada região. O modelo de governabilidade do país pelo enfraquecimento da força sindical não terá êxito. Após os desmontes realizados, diversos enfermeiros procuraram o sindicato para se filiarem de forma espontânea, demostrando o respeito e a consciência de classe.  Vamos fazer valer essa luta”. Reforçou. 

 

 

Na solenidade, marcaram presença a presidente do Coren/Ce, Ana Paula Brandão, o presidente do Sindiodonto, Cleiton Martins, o diretor do Sindicato dos farmacêuticos, André Cavalcante, a presidente do Sindsaúde, Marta Brandão, o diretor do Sindicato dos Bancários, Alex Citó, a ex-presidente do Senece, Fernanda Martins e convidados.  

Telma Cordeiro, antecessora na presidência, assume agora o papel de vice-presidente. Durante seu discurso, fez um balanço do cenário trabalhista e alertou para a importância do fortalecimento sindical.  “O retrocesso da retirada de direitos, orquestrada por empresários, políticos e um governo que cada vez mais presta um desserviço público aos brasileiros, deixou a vida mais difícil dos trabalhadores e de seus dependentes, um mal irreparável”. Disse. 

Telma também destacou que no Brasil são 13 milhões de desempregados. Com o impacto da reforma trabalhista, a relação trabalhista fica mais frágil, deixando milhares de trabalhadores vulneráveis. “Os acordos coletivos foram os mais prejudicados. Mas o pior retrocesso será de fato com a reforma da previdência. Assistimos uma verdadeira isenção do Estado, na garantia da cidadania à população. O desfalque que causará na seguridade social, responsável por manter direitos básicos e inerentes à sociedade, como saúde, previdência e a assistência social, causará um desmonte ainda maior”. Alertou. 

 

 

A noite foi encerrada com um ato ecumênico realizado pelo pastor Ricardo Régis e pelo padre Francisco de Assis Braga, oferecendo uma benção à gestão.    

Fortaleça seu sindicato, filie-se!

 

 

 

 

 

 

 

 

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